Aulas de 1h 30 minutos + 30 minutos de bate papo, café e dicas de livros.

Turma 1: Terças-ferias  às 19:00 

27/09, 04/10, 18/10, 25/10, 01/11 e 08/11

Turma 2: Sábados  às 10:00 

01/10, 08/10, 15/10, 29/10, 05/11 e 12/11

Investimento

R$ 220,00 à vista ou R$ 250,00 em 3X no cartão

 

 

Solicite mais informações por e-mail:
contato@doarcodavelha.com.br

Marcelo Caon é doutor e mestre pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) na Área de Concentração em História das Sociedades Ibérica e Americanas. Defendeu Tese sobre a Hipermodernidade e sua relação com o mundo urbano e com o Patrimônio Cultural. Em sua dissertação versou sobre Sociedade, Ciência e Arte com tema Modernidade, Hipermodernidade na sociedade contemporânea. Foi organizador e apresentador do Curso: Uma História da Segunda Guerra Mundial desenvolvida em módulos ao público em geral em um projeto conjunto com a Livraria Do Arco da Velha.

Curso: De Maomé ao Estado Islâmico

 

     O Curso ocorre em 6 módulos com temáticas distintas, porém conectados uns aos outros. De maneira dinâmica as aulas possuem caráter expositivo, com a utilização de recursos audiovisual, leitura de textos, indicações de bibliografias, músicas e trechos de filmes e ainda um bom bate-papo.

Módulo 1: O Islã no espaço-tempo: Maomé e os Os Impérios
O objetivo é compreender as origens da religião islâmica, entender a riqueza histórica do mundo muçulmano e como se formaram grandes Impérios na Idade Média Oriental. Assim, observa-se que a experiência de Maomé apresentava-se semelhante à dos profetas de Israel. Para isso, é necessário analisar o sucesso polÍtico alcançado por este enigma religioso para entender a extensão de sua influencia até atualidade.

Módulo 2: O Império Otomano e a Era da decadência: integração ou isolamento?
No Oriente Médio, as mudanças vieram de fora, de sociedades e culturas profundamente estranhas à tradição local. Contudo, foi o Império Otomano que inverteu a lógica expandindo sua influência durante século sobre as regiões do Oriente Médio. O módulo intenciona analisar a ideia de unidade proposta na Umma, comunidade que viria a se tornar um Estado unificado guardando a cultura árabe-islâmica ao futuro.

Módulo 3: Geopolítica e fundamentalismo após a Iª guerra Mundial: n
o início era o verbo; depois, os cristãos. 

O Ocidente é cúmplice e gerador do Fundamentalismo. Ainda, é co-responsável da crise contemporânea do Islã e dos desdobramento atuais. O entendimento dessa realidade pode nos levar a compreender a geopolítica do século XX e a constituir um passo importante para avaliar ações compassivas em relação às civilizações do Oriente, ao invés da aceitação da máxima do “Choque das Civilizações”.

Módulo 4: A pós-modernidade Global e ondas fundamentalistas: o Iraque e a Síria como fonte da violência.
O processo da globalização modernizou rapidamente o mundo Ocidental, tendo sua influência chegada aos mundos das demais culturas. Em muitas delas, a regionalização pode ter sido uma ferramenta para resistir a esse trincado processo ou permaneceu sob a alienação a inúmeras ideologias políticas e religiosas. O ponto de partida da compreensão dos conflitos contemporâneos passa por este caminho chegando até a
história da Palestina, do Iraque e o caso da Síria.


Módulo 5: A geopolítica na formação do Terrorismo: Al Qaeda, Hamas, Hezbollah, Boko Haram e o Estado Islâmico.
Talvez um novo tempo tenha começado há 15 anos, quando duas aeronaves colidiram com as torres de Nova Yorque, demolindo a democracia triunfalista estadunidense que tinha pretensões de ser universal. Entretanto, isso deu início a um tempo no qual “xingar yanques” não é resposta para tudo. Nesse sentido, existe uma proliferação da falta de tolerância, de
empatia com o outro. Cabe investigar neste módulo como esses grupos utilizam massacres, ódios profundos e a fúria cega de muitas pessoas que só conseguem vislumbrar a expiação dos pecados pelo sacrifício; mais do que isso, como esses grupos imprimem a máxima do terror às populações civis inocentes.


Módulo 6: Os dilemas do Islã no século XXI e os ataques a Paris. Como um curioso se torna um fanático violento?
Para Santo Agostinho, Maomé, Davi, a "religio" não era uma sistema de rituais e doutrinas nem uma tradição histórica institucional, mas um encontro encontro pessoal com a transcendência a que é chamado Deus para os crentes. Para isso, faz-se necessário reformas nas estruturas das religiões monoteístas, afastando a lógica religiosa do terror ampliado. Os ataques dos últimos dois anos em países da África e da Europa podem servir para refletir sobre a “perda das certezas”, distinguindo o terror da "religio" e provocando mudanças nas religiões no próximo século.

FALE CONOSCO

 

Rua Dr. Montaury, 1570

Caxias do Sul - RS

 

contato@doarcodavelha.com.br

 

(54) 3028-1744

 

Horário de funcionamento